terça-feira, 8 de Dezembro de 2009

O primeiro.

"Neste infinito fim que nos alcançou"
Guardo o que só tu me fizeste sentir*
(em nós, ficaremos. sempre)

terça-feira, 17 de Novembro de 2009

(foi um dia)

Olho e lembro a cama despida de ti.
E recordo o que já foi e não é mais.
E espero ainda o pijama azul tentando esquecer que a última recordação que tenho dele é só, acompanhada de outra do mesmo nome que me fez sentir mais só do que se tivesse sem qualquer presença do meu lado.
A cama que ficava sempre vazia porque preferias a minha, mais quente do mimo que era nosso.
E vem-me à memória as fotografias que vi pela última vez da mesma forma (só) e onde tinha rastos de nós.
Do que fomos.
E olho os meus pensamentos como simples espectadora porque a saudade é tanta que aquela que foi realidade já nem parece minha.
Olho e recordo as memórias despidas e desprovidas do mínimo do que já fomos tanto, tão despidas e desprovidas que nem parecem que um dia foram minhas, foram nossas.
E quando tiveres que o deixar (já que o meu já deixaste há tanto) não me vais agradecer porque já não sou parte delas que o compõe (também elas a última recordação que têm minha é só, acompanhada duma diferente do mesmo nome) porque já não fiz parte deste, e é o último.
E quando fechares a porta (sempre cedo demais) já não vou sentir tão próximo o obrigada e as lágrimas porque já estás tão longe.
Guardo as recordações que se tornaram numa realidade tão desprovida e despida que não parece já minha, já nossa (foi um dia).

sexta-feira, 30 de Outubro de 2009

"...não sei se a alma existe mas alguém feriu a minha"

terça-feira, 27 de Outubro de 2009

Tu

Eu disse-te que era tudo preocupação e carinho *
Gostar
'Sabe a sumo de limão'

sábado, 17 de Outubro de 2009

Sonhos de Princesa

"Andas ai a partir corações como quem parte um baralho de cartas"

Quando é o sonho ideal a mandar pensas e refazes a história mil vezes. Mas é a tua história, a perfeita, a de promenores exactos de perfeição e amor. É a tua. Aquela que sonhas como sonhaste em ser princesa aos cinco anos. A princesa da vida perfeita, da casa perfeita, do amor perfeito.

Eu sonhei. Errei.
Será que a culpa é da realidade?
Não será o erro sonhar?
Não será o erro o contexto perfeito que sonhaste e fugiu?

Sonhei.
Avisei que não queria sentir
aquele ardor.
Não o que foi (não era aquele o dia, aquela a hora)
Não era assim a vida da princesa
Não era assim que queria sentir o que não devias querer.
Não
era.

Vai porque
foi.
Não fiques no sítio onde as
mãos se dão.
Não fiques
segue.

A marca fica. Não era assim.
(Leva a rosa. Destruo os espinhos).

domingo, 4 de Outubro de 2009

Odeio.

Odeio quando o colo me falha. Desculpa. Odeio.

sábado, 3 de Outubro de 2009

Parabéns*

O "esplendor do sorriso" que conheci e que gostava que ficasse.
Aquele casaco que começou a história que nos ligou, ela azul, ela das cores que nos pertencem. E a paisagem. E as margens.

Parabéns por seres genuína, mulher, forte, de carácter.
Parabéns por lutares pela tua felicidade acima de tudo.
Parabéns pela meiguisse, pela raça, pelo brilho.

As ruas em que nós descobrimos não são mais as mesmas que percorri antes. Dois anos, que são muito mais. Poderão ser mais.

O teu encanto que, a sorrir, me mostraste e as histórias que partilhamos. O 19. Os papeís amarelos. As paredes que te ouviram, que me ouviram, que nos conhecem. E lá voltamos para encontrar recordações e continuar a fazer história. A nossa.

Parabéns, por seres tu, determinada, bonita, caracóis, força, brilho, carinho, felicidade.
Parabéns por me fazeres conseguir imaginar o quadro que quero pintar, de nome gostar.

Parabéns meu Piolho (obrigada pelo privilégio de te poder chamar, assim, Piolho)*
Gostar de ti* (como Gaia gosta da vista do Porto)

Única*