
A cintura aperta e dói
O corpo magoado cansa-se
A mágoa aperta, dói, magoa
O arrependimento suja o pensamento
Suja o brilho
Suja os passos
Suja o sorriso
Suja o dançar
Suja o dançar esquecido
O genuíno e elegante
O gracioso o cativante
O dançar que foi
O dançar que foi e já não o é
O dançar que entrou e ficou
O dançar que já não se vê
O dançar que sinto (corrigido, compassado, genuíno)
Corrijo o pas de burré da rotina
Limpo o plié das dificuldades
Luto pelo atitude da determinação
E deixo-me levar pelo pas de valse genuíno, elegante, gracioso, tão meu... o tão meu pas de valse.
Porque "há dias em que não cabes na pele com que andas", há dias em que não consigo encontrar o pas de valse que me dá garra e sentimento para viver. Há dias em que luto por todos os passos que me completam. Há dias em que vejo apenas os passos a fugir.
"Há dias em que não cabes na pele com que andas"
Há dias assim...
O corpo magoado cansa-se
A mágoa aperta, dói, magoa
O arrependimento suja o pensamento
Suja o brilho
Suja os passos
Suja o sorriso
Suja o dançar
Suja o dançar esquecido
O genuíno e elegante
O gracioso o cativante
O dançar que foi
O dançar que foi e já não o é
O dançar que entrou e ficou
O dançar que já não se vê
O dançar que sinto (corrigido, compassado, genuíno)
Corrijo o pas de burré da rotina
Limpo o plié das dificuldades
Luto pelo atitude da determinação
E deixo-me levar pelo pas de valse genuíno, elegante, gracioso, tão meu... o tão meu pas de valse.
Porque "há dias em que não cabes na pele com que andas", há dias em que não consigo encontrar o pas de valse que me dá garra e sentimento para viver. Há dias em que luto por todos os passos que me completam. Há dias em que vejo apenas os passos a fugir.
"Há dias em que não cabes na pele com que andas"
Há dias assim...